quinta-feira, 18 de agosto de 2016

O Canto da Psicologia...







Numa quinta feira sem texto mas com imagens e sons de palavras que valem a pena ser vistas e ouvidas!

Há 5 anos atrás sonhámos colocar o que fazíamos de melhor ao serviço de quem mais necessitava de nós...

5 anos volvidos, continuamos a ser os mesmos que iniciámos e mais uns tantos que se juntaram, tendo em comum o mesmo sonho...

Venham muitos mais anos e muitos mais sonhos....

O Canto da Psicologia


terça-feira, 16 de agosto de 2016

Um pudim doce sem pecado...







Porque hoje, é hoje, deixamos só esta receita dedicada a todos os gulosos e sem pecado!!! :-) :-)

Experimentem!! deliciem-se, sem excessos e partilhem por aqui os vossos resultados!! Se tiverem alguma questão, coloquem!! Eu repondo!!





Júlio de Castro Soares
Nutricionista
Tlm.: 962524966






terça-feira, 9 de agosto de 2016

Numa relação com o meu tupperware...









Já olhou para o seu tupperware?


Alguma vez reparou nestes símbolos? Deveria.
Estes símbolos, consoante as situações pretendidas, devem figurar nas embalagens onde acondiciona a sua comida.

1)      A generalidade dos plásticos não está preparada para ser levada a altas temperaturas. Não só para aquecer a comida, mas também quando coloca comida ainda quente num recipiente (ex.: embalagem dos gelados).

2)      Pode não acreditar, mas há muitas embalagens plásticas onde não devia colocar a comida. Algumas substâncias como o Bisfenol A são cancerígenas (ex.: verifique os tupperwares que compra).

3)      Nem todas as embalagens estão preparadas para o frio, pois podem não garantir a correta conservação e a manutenção das qualidades organoléticas.

4)      Ao ter o segundo símbolo NÃO significa que pode aquecer no micro-ondas (ex.: caixa take-away).


                                                                                                                          (Adaptado de DecoProteste)

5)      Verifique sempre este símbolo, assim garante que a embalagem está apta a altas temperaturas e à ação dos detergentes.




Júlio de Castro Soares
Nutricionista
Tlm.: 962524966




quinta-feira, 4 de agosto de 2016

O Agosto não tem que ser abandónico...










As férias de Verão continuam a ser sinónimo de abandono de animais domésticos. Nesta altura do ano, as associações de proteção de animais ficam em estado de alerta para esta realidade que, apesar das diversas campanhas de sensibilização e de alterações legislativas, teima em continuar. O que fará com que tantas pessoas, ano após ano, optem por ter um animal de estimação e, de um dia para o outro, essa situação reverta, deixe de ser importante a sua amizade e companhia e o abandono seja a solução encontrada? Infelizmente, é uma situação muito triste que a nós, Canto da Psicologia, nos toca e nos sensibiliza, dado o carinho que também demonstramos pelos nossos amigos de 4 patas.

Mas podemos até ir mais além, lembrando-nos que não são só estes amigos os infligidos por situações de abandono sazonais. Os nossos idosos são também vistos, provavelmente por meros segundos que depois pesam na caixinha do arrependimento, como um estorvo face à partida para momentos de descanso, diversão e mudança de vida, nesta altura tão expetável que é a das férias. Importa perceber que  não estamos cá para condenar quem opta por tomar determinadas decisões, mas tentar ajudar, tentar prevenir e, quem sabe, fazer a nossa parte para reverter estes ciclos, ano após ano.

O que é, afinal, o abandono? Será ele meramente sazonal e infligindo aqueles que vemos como mais frágeis e indefesos? Ou será ele uma instância tão mais interna, tão mais profunda, uma reação presa no medo, uma ação assente noutros abandonos, mais um menos penosos, mais ou menos conscientes, que todos nós já vivenciámos? Quantas vezes, ainda na presença de alguém, temos a nítida sensação que podemos vir a ser abandonados a qualquer momento? Quantos momentos deixámos de aproveitar na sua plenitude, pela angústia antecipatória de saber que os mesmos iriam acabar? Quantas vezes vivemos apavorados com o receio da perda dos que amamos, ou de qualquer outra situação que nos traz felicidade e estabilidade?

Somos, sem dúvida, o reflexo de como fomos construindo o nosso mundo interno, de como fomos sendo valorizados, de como fomos sendo ensinados a cativar e ser cativados, de como fomos construindo um objeto interno suficientemente seguro, coeso e capaz de nos acompanhar ao longo do tempo, capaz de nos fazer não ter medo de perder e não repetir, ciclo após ciclo, essa mesma perda que não esquecemos desde a infância.

Mas nunca é tarde, para se aprender e perceber que o mundo não é, afinal, um lugar tão inseguro e ameaçador, em que não se pode confiar em ninguém e, acima de tudo, construir a confiança em nós próprios, inspirando todo um desenrolar de relações naturalmente mais sólidas, mais tranquilas e mais duradoras. A sensação de ter valor é essencial à saúde mental, é essencial à construção de relações duradouras, que não quebram no primeiro “Agosto”, que são capazes de pensar em soluções alternativas para contornar os obstáculos e que permanecem coesas.

Quando nos tornamos mais conscientes do que fomos guardando naquela gaveta tão funda do inconsciente, podemos começar a agir sobre tudo aquilo que vivenciámos, aprendendo a respeitar os nossos sentimentos mais profundos, assumindo a responsabilidade sobre as nossas mudanças e contruindo uma história tão diferente. 

E porque o abandono é, certamente, a maior força motriz geradora de um novo abandono, nós estaremos cá para si, para o ensinar, acima de tudo, a não se abandonar a si próprio, a investir num novo eu, sem desistir de si, porque é sempre possível construir um novo começo, em vez de continuar, tão só, a temer um novo fim.


E antes de ir de vérias, assista a este vídeo....



Drª Cláudia Ribeiro
O Canto da Psicologia



terça-feira, 2 de agosto de 2016

Ao sabor do açúcar...





(extraído de DecoProteste)

E aí estamos nós, em tempo de refrigerantes, bolas de berlim e afins, a falar do inimigo número 1 de todos os que dão o litro por um bom gelado numa época de veraneio: o açúcar!!

E afinal de contas, pensando bem, a culpa não é totalmente dele, é nossa e dos nossos excessos!  Do consumo desenfreado, sem consciência disso, através de refrigerantes, molhos processados, pão, etc..., numa infinidade de produtos já preparados que usam o açúcar enquanto matéria para dar sabor e prolongar o prazo de validade...

Sabemos todos que apesar de não ser um alimento necessário dá-nos unicamente energia, mais nada, e que há um nível elevado da população que ingere de uma forma velada para lá do aceitável como por exemplo nos sumos, refrigerantes, néctares, chás gelados etc.

Dizem que é um veneno e que as caloria que provém dos açucares são designadas por calorias vazias e como pouco interesse nutricional; cada vez mais percebemos que não precisamos deste ingrediente, no entanto, para alguém com um peso normal e uma vida saudável pode sempre consumi-lo de forma equilibrada!!

Por isso, se se enquadra neste último grupo de pessoas, venha de lá então, de quando em vez, a companhia de uma bola de berlim à beira mar, neste período de férias que começou ontem...


Júlio de Castro Soares
Nutricionista
Tlm.: 962524966







quinta-feira, 28 de julho de 2016

Entre sofás e divãs...






Faltas, Interrupções e Términos

A psicologia, talvez por se tratar de um campo de conhecimento partilhado, induz ideias preconcebidas, frequentemente antagónicas; se por um lado vemos pessoas que ligam a psicologia às terapias alternativas e naturais, às psicologias positivas e de revista, aos livros de auto-ajuda, aos mágicos e videntes, às auras e energias, outros, não hesitam em associar a psicologia à medicina e aos seus modelos de diagnóstico e de terapia, equacionam o médico com o psicólogo, e assumem uma postura de passividade em relação à sua própria terapia; outros, ainda, vêem no psicólogo uma espécie de professor que tem por objectivo reeducar, ensinar, aconselhar e corrigir.

As falácias do mágico, do médico e do professor induzem no paciente uma noção distorcida da essência da psicologia, e cumprem o propósito de instrumentalização das suas resistências ao próprio processo terapêutico.
Referimos três falácias, mas poderíamos multiplicá-las infinitamente, enquanto múltiplas variações da imagem do psicólogo-pai/mãe, naquilo que designamos por transferência.

De um modo superficial, esta ideia do psicólogo-médico-vidente-professor, traduz-se na ideia de que o regime de frequência, o número de faltas, as interrupções, e o tempo da terapia não tem importância; quando na verdade é precisamente o oposto.

Tudo, na prática do psicólogo, da disposição dos sofás, à frequência semanal proposta, até a duração das consultas, cumpre um propósito. E esse propósito não é mais do que criar um laboratório esterilizado. Esta 'esterilização' depende da redução de variáveis parasitas ao mínimo, e sobretudo através da criação de invariáveis. O psicólogo não pode ser amigo, familiar ou conhecido do paciente, as consultas são sempre à mesma hora, têm sempre a mesma duração... Através da criação destas invariáveis o psicólogo poderá observar aquilo que realmente interessa. Não são os sintomas nem a doença, não é como correu a semana, nem tampouco o que paciente pensou de errado, mas sim o seu funcionamento mental. A qualidade das suas angústias, a natureza das suas defesas, a essência das suas relações, o desenlace da relação transferencial, a qualidade dos processos de pensamento...

Com atrasos, faltas, interrupções e términos prematuros o trabalho do psicólogo fica coartado. Estes percalços devem ser interpretados, comentados e reinscritos no contexto do desenvolvimento da terapia, no entanto, nem sempre é o suficiente. Superficialmente o paciente mantém a convicção de que a sua hora será substituída por outro paciente, pensará que os atrasos não têm importância, que, na dissolução do sintoma esconde-se a cura; e não é verdade!!

Há pouco tempo, no decorrer de uma consulta, um paciente, que já se encontrava em terapia há um ano, acabou por afirmar que se sentia melhor e que já sabia o que tinha de fazer para mudar. Conversámos sobre o seu percurso até aquele momento e sobre as fantasias que havia criado sobre o poder transformador da terapia, sobre a sua terapia anterior e sobre a possibilidade de terminar o processo. Quando abordámos este último tema disse algo muito curioso: 'não penso em deixar as consultas (...) há uns bons anos atrás dei um jeito a um braço... Fui ao médico, que me deu medicação para as dores, e comecei a fazer fisioterapia. Pouco depois senti-me melhor e decidi deixar a terapia. Ainda hoje sinto dores. Não volto a cometer o mesmo erro'.

 E continua por lá...


Dr. Fábio Mateus
O Canto da Psicologia







terça-feira, 26 de julho de 2016

O meu amigo "brócolos"...





Aprenda a escolher

Os brócolos são dos vegetais mais utilizados e aconselhados para uma alimentação saudável. Seja para aumentar o aporte de cálcio, ou ferro, ou vitamina C, ou pelo seu potencial anticarcinogénico ou mesmo na modulação do perfil corporal.
Mas não é hoje o objetivo deste artigo.
Hoje vamos focar no processo de compra, conservação e confecção destes.

Compra1
Quando comprar, verifique se a cabeça deste vegetal está bem fechada, com as flores do tamanho de um alfinete, de um verde intenso. Evite cabeças com flores a abrir, botões florais grandes ou flores mal fechadas.
Estes sinais indicam que os seus melhores dias depois da colheita já passaram. Já o pedúnculo prefere-se comprido e não oco.



Conservação1
Em casa, conserve no frigorífico num saco perfurado durante, no máximo, cinco dias.

Confecção
Deve cozinhar os brócolos o menor tempo possível, se ficarem “al dente” tanto melhor. Quanto maior o tempo de cozedura maior a perda de nutrientes. Cozinhar a vapor é o melhor método e a pior opção, de longe, é o micro-ondas.

Há escolhas tão fáceis!




Júlio de Castro Soares
Nutricionista
Tlm.: 962524966




1 adaptado da Revista teste saúde – Deco Pro Teste