quinta-feira, 14 de janeiro de 2021

E agora 2021! Chegou o tempo da reconstrução, da empatia?

 


Se pudesse desejar algo para todos, para este novo ano 2021, que ainda está incipiente, seria que com esta Pandemia, pudesse surgir uma nova forma de estar em comunidade, de encarar e perspetivar a vida. Não se trata de uma visão inocente, embora em cada desejo exista, sempre, algo de ingénuo, mas seria bom que retirássemos, desta experiência, desafiante, uma aprendizagem, acima de tudo, sobre empatia. 

A empatia é a condição necessária para  amar o outro, desde cedo os pais procuram “adivinhar” o que se passa com os seus bebés, através das suas expressões faciais e das suas posturas, procuram dar-lhe conforto e amor, numa dança sincrónica que se vai estabelecendo.

Depois, já em adultos, nem sempre procuramos compreender o lado dos outros, começamos a querer, apenas, forçar um caminho, uma certeza, uma verdade, um só percurso, o meu. Assim, poucas vezes, cooperamos ou procuramos negociar com respeito e preocupação. Mesmo que o ego fique sobressaltado, inflamado e, temporariamente, queira levar a sua avante, em tom de birra. É necessário perceber que todo o comportamento humano tem na sua base, uma enorme necessidade de reconhecimento e de amor. Quando julgamos mais e criticamos ferozmente, acontece porque há um medo, enorme, de não sermos amados e celebrados. Assim sendo, em vez de criticarmos pois somos, também seres críticos, embora a crítica devesse ser equilibrada, construtiva e não uma arma de arremesso, devemos amar mais, compreender, perdoar, para podermos avançar e crescer. 

Deste modo, se existe aprendizagem que podemos retirar com está crise, é a de que precisamos, imensamente, da cooperação e interajuda de todos para ultrapassarmos os mais diversos obstáculos. Que não existem pessoas mais importantes, nem menos importantes, que todo o contributo é válido e as comparações completamente desnecessárias, em todos os contextos. Durante muito tempo, sobressaio a individualidade, a competição, o poder exclusivo, em detrimento do bem comum, neste momento o bem individual está dependente, do exterior e dos comportamentos comunitários e empáticos, para que possamos estar em segurança e, assim, continuarmos a avançar com as nossas vidas.

Se decidirmos negar e não cumprir com as recomendações, vamos aumentar os casos de Covid 19, pelo que a saúde fica devastada, com excesso de casos e não vai ser possível cuidar dos outros doentes que necessitam, entra-se num ciclo vicioso sem fim, com a economia a afundar. Todos temos direito às nossas opiniões ou divergir, porém sempre que decidirmos ignorar as recomendações apenas, vamos dificultar a vida de todos os cidadãos, independentemente de estarmos de acordo ou em desacordo. A questão é que o meu comportamento vai, efetivamente, prejudicar o outro, ou os outros, diretamente, aqui entra a empatia, a capacidade de nos colocarmos no lugar do outro e procurarmos resolver, não com base nos nossas convicções pessoais mas, sim, tendo em conta o que é protetor para toda a comunidade, quer a nível da saúde, quer a nível económico.

Ainda assim, tenho fé, que perante esta fase negra da crise sanitária e económica, vamos poder, a seu tempo, sarar as feridas e evoluir. A empatia e a regulação emocional vão ser cada vez mais interiorizadas desde uma tenra idade. A transformação está aí a acontecer e 2021, irá ser um ano, de caminho para essa evolução. Caminho este lento, com passos pequenos, mas sólidos.

Vamos a isto 2021, que toda a experiência se torne numa boa aprendizagem sobre Empatia.

 

Dra. Mafalda Leite Borges - Alcochete

Canto da Psicologia



terça-feira, 12 de janeiro de 2021

Inatividade Física? Não, obrigada...

 



Um dos maiores problemas nestes tempos de pandemia, prende-se com a saúde frágil das pessoas mais velhas. O declínio da força vai-se acentuando a partir dos 50 anos, aumentando de forma mais rápida a partir dos 60 anos. Com o isolamento e o medo de contágio, pessoas mais velhas tendem a deixar de fazer exercício com regularidade. Ora, a inatividade física e a perda de força representam até duas vezes mais probabilidade de morrer de forma prematura. Assim, é fundamental referir que, apesar de todos os cuidados que deveremos ter:

- aumentos de força conseguem-se mesmo com treinos curtos de força;

- a resposta ao treino é similar quer seja em pessoas mais novas quer seja em pessoas mais velhas;

- não existe uma idade ideal para começar a treinar, o acompanhamento é essencial, assim como a intensidade do treino;

- maiores níveis de força, representam maior densidade óssea, mais equilíbrio, menor percentagem de problemas metabólicos e aumento da longevidade;

 

Devemos procurar que as pessoas mais velhas, promovam em segurança um estilo de vida ativo e saudável.

 

Bons treinos

Hugo Silva

Instagram: hugo_silva_coach

-Licenciatura Educação Física/Especialização Treino Personalizado
-Pós-Graduação em Marketing do Fitness 
-Pós-Graduando em Strength and Conditioning
-Director Técnico ginásio Lisboa Racket Centre


terça-feira, 15 de dezembro de 2020

O sono o exercício físico e ansiedade...

 


Sofre de ansiedade, tem altos níveis de stress, vive em constante correria e ainda por cima dorme mal?

Uma revisão sistemática envolvendo mais de 40 mil estudos e quase 100 mil pessoas, concluiu que o facto de alterar os hábitos de sono não aumenta o risco cardiovascular, mas relativamente ao risco de ter depressões, aumentar o risco de obesidade e diminuir as funções cognitivas, o facto de dormir pouco e mal vai exponenciar estes riscos.

A boa notícia é que, com exercício físico estruturado e regular, o organismo tende a regularizar o sono, assim como, melhorar a qualidade desse mesmo sono.

Optar por horários certos para dormir, de preferência antes da meia-noite, procurar dormir 7-8 horas por dia, ajustar a sua prática de exercício físico regular para horas que não afetem o descanso, irão com toda a certeza  baixar fatores de risco, aumentar os níveis de energia, diminuir a ansiedade e controlar de uma forma mais equilibrada o stress diário.

E caso necessite, tente aumentar as horas de sono nos períodos de descanso, fim de semana por exemplo.

 

Bons treinos

Hugo Silva

Instagram: hugo_silva_coach

-Licenciatura Educação Física/Especialização Treino Personalizado
-Pós-Graduação em Marketing do Fitness 
-Pós-Graduando em Strength and Conditioning
-Director Técnico ginásio Lisboa Racket Centre


terça-feira, 24 de novembro de 2020

Exercício físico com/sem máscara?

 



Em tempos tão conturbados, a nossa preocupação deve passar por manter o corpo e a mente sã e equilibrados, sendo o exercício físico uma ferramenta fundamental para a manutenção da saúde. Neste sentido, foi feito um estudo para perceber o desempenho físico com o uso de máscara para proteção individual e sem máscara. Foram avaliados valores de saturação arterial e o índice de oxigénio tecidual nos membros inferiores (membros que exigem maior irrigação sanguínea) numa prova de esforço progressivo em bicicleta. O uso das máscaras não afetou o desempenho a nível cardiovascular, a avaliação da perceção do esforço, assim como a frequência cardíaca média dos participantes. De referir que o teste foi feito com pessoas saudáveis e com um teste progressivo de intensidade até à exaustão.

Estes dados, apesarem de serem limitados, permitem perceber que para esforços feitos em espaços fechados e de intensidade moderada, a máscara não prejudica o rendimento nem a segurança da pessoa. Caso exista receio em treinar em espaços fechados, o uso da máscara pode ser um fator de confiança. Prioridade por exercícios de força e/ou de componente cardiovascular de intensidade moderada.

 

Bons treinos

Hugo Silva

Instagram: hugo_silva_coach

-Licenciatura Educação Física/Especialização Treino Personalizado
-Pós-Graduação em Marketing do Fitness 
-Pós-Graduando em Strength and Conditioning
-Director Técnico ginásio Lisboa Racket Centre


quinta-feira, 19 de novembro de 2020

"A infodemia pode causar um dano tão grande ou maior que a pandemia”

 



Este é um excerto de uma entrevista à revista Visão dos cientistas David Marçal e Carlos Fiolhais que publicaram um livro recentemente intitulado “Apanhados pelo Vírus”. A ideia deste livro é, segundo os autores, tentar esclarecer a avalanche informativa sobre a Covid-19 e combater a desinformação sobre a pandemia.

Apesar de estar convencida que ninguém é detentor de toda a verdade, são de louvar iniciativas que tentem esclarecer alguns mitos que ameaçam neste momento o bem-estar de todos nós: as máscaras não têm utilidade, este vírus só é perigoso para os mais velhos, este vírus não é mais do que uma gripe, se estiver num espaço ao ar livre não preciso de usar máscara, etc.

Nos últimos tempos têm-se propagado os discursos negacionistas e escasseado as camas nos cuidados intensivos dos hospitais de norte a sul do país. Como psicóloga e portanto agente de saúde pública, sinto que tenho o dever de aproveitar este espaço para apelar à responsabilidade de cada um de vós. Gostava de poder explicar o que empurra as pessoas para as teorias da conspiração, os discursos que desvalorizam a gravidade da pandemia ou até que a negam, mas sei que cada um terá as suas razões e a sua lógica interna singular, não existem generalizações no que diz respeito ao inconsciente e ao funcionamento psíquico. Mas há uma certeza que ouvimos vezes sem conta e que precisamos de interiorizar o quanto antes: só a diminuição de contágios pode evitar o pior.

O que fazer para diminuir os contágios e o que é o pior? O pior, a meu ver, já está a acontecer em vários hospitais. Quando um profissional de saúde tem de escolher quem tem prioridade para aceder aos cuidados intensivos, quem tem mais hipóteses de sobreviver e, portanto, o direito aos cuidados que o poderão salvar, e quem não…é porque chegamos ao pior. Estas decisões deixarão marcas naqueles que as tomam, nos que as executam e naqueles em que são executadas, nas suas famílias e na sociedade no geral.

A questão é não prolongar o pior e para isso todos podemos contribuir com bom senso e, é certo, uma grande dose de sacrifício. Muitos dirão que não existe risco zero, mas ainda assim há muito que podemos fazer para tentar reduzi-lo:

-    As pessoas que vivem connosco estão dentro da nossa "bolha social", são as pessoas com quem convivemos em casa, sem cautelas. Proteja-se para as proteger e peça-lhes que façam o mesmo.

-    Compreenda que a nossa máscara, mais do que nos proteger, serve para proteger quem nos rodeia, assim como as máscaras de quem nos rodeia nos protegem a nós. O mesmo se aplica ao distanciamento social. Use máscara por respeito aos outros e use-a corretamente, este é um pequeno gesto que pode fazer uma grande diferença.

-    Leia e acredite só em informação com validade científica e com a fonte bem identificada. Verifique a veracidade de vídeos, declarações e publicações que se dizem escritas por um médico ou enfermeiro, mas cujas fontes são difusas ou inexistentes.

 

Cuide bem de si e dos que o rodeiam, para que em breve possamos estar novamente juntos.

 

Rafaela Lima

O Canto da Psicologia - Braga


quinta-feira, 12 de novembro de 2020

“Cada Macaco no seu Galho” Guia para Pais separados...

 



 

Cada vez mais assistimos a famílias com múltiplos desafios, sendo que nem sempre o “foram felizes para sempre” se concretiza e o que verificamos, nas famílias que se separam, são as dificuldades subjacentes às rotinas e aos papéis de cada um, neste ponto a situação pode complicar tremendamente.

Somam-se as questões; Com quem as crianças ou acriança deve ficar mais tempo, com o pai, com a mãe? A responsabilidade parental deve ser partilhada ou só de um? Deve ficar semana sim, semana não? Na época atual, de crise pandémica covid-19, ainda mais difícil torna-se esta organização.

Assim vão as crianças de mochila, para um lado e para outro, sem parar, num ritmo desenfreado. Se por um lado, ainda bem que os pais escolheram outros caminhos para, a felicidade, a paz, o sentido, na procura de melhorarem e não estarem numa relação que não querem estar. Contudo as crianças e a gestão do seu dia-a-dia, transforma-se numa exigência imensurável. Ainda se complica mais, quando as famílias criam novas famílias, com madrastas e padrastos, aqui a situação torna-se mais complexa, e as dúvidas começam a surgir; Qual o papel dos novos companheiros dos pais devem educar, não devem educar, devem ser amigos ou não se devem meter em nada? Assim, cada pessoa com a sua opinião, baseada nas suas crenças familiares, na sua educação, nos seus modelos relacionais que servem de base para a sua forma de estar na vida.

No entanto a psicologia, como ciência que é, procura ajudar a desenvolver as melhores decisões possíveis, sendo que cada caso deve ser analisado minuciosamente, porém existem alguns guias de orientação geral que têm já maior confiança e validade.

A tomada de decisão de com quem devem, as crianças, passar mais tempo, depende essencialmente, da idade, sendo que quanto mais novas, mais devem ter estabilidade relativamente à casa e as figuras de vinculação centrais. Ainda estão a criar as bases identitárias, nos primeiros anos de vida, pelo que é necessário um ambiente familiar, o mais previsível, confortante e amável que seja possível. Pelo que estar sempre a trocar de casa, cheiros, rotinas e ambientes, em bebes, é totalmente desaconselhável ate aos 4 anos, seria preferível manter-se na mesma casa, de forma mais consistente possível. Mas, neste caso, devia ficar com a figura materna ou paterna? Aqui, mais uma vez deve ser aplicado com responsabilidade, o princípio legal do “interesse superior da criança”, em primeiro lugar está a perseveração da procura de proporcionar às nossas crianças, o melhor ambiente familiar possível, que seja favorável ao bom desenvolvimento biopsicossocial da criança. Neste caso a decisão torna-se mais fácil, se os pais adotarem na sua base de escolha, este principio basilar e fundamental. Em todo o caso e, muito mais importante, se a criança for bebe, os pais devem procurar estar a viver o mais próximo possível um do outro, devem ter uma relação amigável e tranquila, para que possam desenvolver a sua parentalidade com segurança e, deste modo, evitarem possíveis traumas nas crianças. Se o pai ou a mãe estiver com maior disponibilidade de tempo, para estar com as crianças, então este dado deve ser tido em conta na tomada de decisão, salve embora, cada situação seja particular e deve ser analisada especificamente.

Relativamente às questões relacionadas com as novas famílias que se associam, nomeadamente os papéis que se esperam em relação aos padrastos e madrastas, existe um dado muito importante a ter em conta, os companheiros dos pais não são, nem irão ser pais das crianças, tendo em conta que a mesma já tem um pai e uma mãe. Assim sendo, não é recomendável que tenham esta preocupação da educação das crianças ou que acabem por assumir essas atitudes parentais, podem sim sugerir aos responsáveis algumas estratégias, podem desenvolver uma boa relação de confiança com as crianças, mas impor limites, educar, orientar não é, nem deve ser da responsabilidade dos mesmos. Nem numa situação em que as crianças estão maioritariamente com a mãe e o pai é mais ausente, deve o novo companheiro da mãe assumir, ainda que em parte, comportamentos parentais de educação das crianças, tais como dar raspanetes, orientar ou disciplinar. As crianças sabem perfeitamente quem é o pai e a mãe, são estas as figuras centrais de vinculação. Os novos relacionamentos dos pais podem desenvolver excelentes relações com as crianças, mas ao nível de um padrinho, amigo, tio e não de uma figura de vinculação, a menos que a mesma esteja órfã de pais e que seja considerada essa hipótese concreta.

Acima de tudo não é psicologicamente saudável, para uma criança, estar a ter múltiplas figuras parentais, cada uma com uma ideia diferente de educação, a estabilidade da criança, a noção de que os seus modelos relacionais são só os que tem, é extremamente importante, para a sua coesão psíquica, orientação na vida e segurança interna.

Neste sentido as novas relações dos pais podem ser muito gratificantes para a criança, uma boa ajuda suplementar no seu desenvolvimento, sem a parte mais exigente da orientação, estimulação e educação que é um dever, exclusivo, dos pais.

Todas as crianças cujos pais se divorciaram têm:


v  O direito de amarem e serem amadas por ambos os pais sem sentimentos de culpa ou desaprovação.

v  O direito de serem protegidas da raiva e zanga que os pais têm um contra o outro.
O direito de serem mantidas fora dos conflitos parentais, incluindo o direito de não tomarem partidos, levar mensagens ou ouvirem queixas sobre qualquer um dos pais.

v  O direito de não terem que escolher uma figura parental em detrimento da outra.
O direito de não serem responsabilizadas pela carga emocional que qualquer um dos pais vivencie.

v  O direito de saberem adequada e atempadamente sobre eventuais mudanças importantes que afetarão a sua vida, por exemplo, quando um dos pais se irá mudar ou casar novamente.

v  O direito de beneficiarem de suporte financeiro razoável durante a sua infância e vida escolar, inclusive universitária.

v  O direito de terem sentimentos, de expressarem os seus sentimentos e de terem ambos os pais a escutá-los.

v  O direito de terem uma vida o mais aproximado possível do que teriam caso os seus pais não se divorciassem.

v  O direito de beneficiarem da presença de ambos os pais em datas de especial relevância, tais como festas de aniversário ou festas escolares.

v  O direito de conviverem em harmonia com a família alargada, entenda-se avós, irmãos, tios, primos e outras figuras significativas.

v  O direito de serem crianças.


   Drª Mafalda Borges

     O Canto da Psicologia


terça-feira, 10 de novembro de 2020

Exercício físico em tempos como este...

 


Numa fase novamente difícil de controlo do COVID 19, o exercício físico poderá ser um grande aliado para manter a população mais  saudável física e psicologicamente. Sabendo que ainda existem muitos receios, alguns investigadores da área do exercício em colaboração com infeciologistas elaboraram um estudo, referindo os seguintes pontos para quem pretende treinar em espaços fechados:

Segurança- É importante fazer a desinfeção de todos os materiais com álcool a 70%, peróxido de hidrogénio 0,5% ou hipoclorito a 1%; Reforçar a higiene individual (não tocar nos olhos, nariz e boca, lavagem e desinfeção regular das mãos, manutenção da máscara em espaços fechados ou sem máscara para treinar com uma distância superior a 2/3 metros de outras pessoas); Renovação regular do Ar, manter portas e/ou janelas abertas e garantir a ventilação e extração do ar caso o espaço seja totalmente fechado; Medição e controlo da temperatura será desejável em todos os espaços fechados de treino;

Imunidade- Existe uma relação entre exercício e doença que tem um a curva em J, ou seja, ser sedentário aumenta o risco de ter baixa imunidade, fazer exercício de forma regular sem excessos reduz o risco de baixa imunidade, sendo que o exercício em excesso acaba por ter o mesmo efeito que o sedentarismo. Assim, nesta altura procure atividades que não forcem demasiado a capacidade metabólica e potenciem a melhoria da força por exemplo;

Espaços de Treino- Procure fazer exercícios simples, evitar deslocações constantes dentro do espaço de treino, reduzir ao mínimo o uso de materiais; garantir a sua segurança e a dos outros;

 

Bons treinos

Hugo Silva

Instagram: hugo_silva_coach

-Licenciatura Educação Física/Especialização Treino Personalizado
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-Director Técnico ginásio Lisboa Racket Centre